Deus, Tu criaste o infinito

No dia 20 de fevereiro de 1996, na igreja de Nossa Senhora da Conceição (RJ), Raymundo Lopes ouvi a voz de Jesus que lhe ensina esta oração.

Deus, Tu criaste o infinito

Senhor Deus, Tu criaste o infinito a nossos olhos, mas finito em Tua mente divina. Permite que participemos do entendimento de reconhecer que somos menores do que o grão de mostarda, diante da criação, para que possamos compreender Tua grandeza, na nossa pequenez.

Senhor Deus, criaste as leis universais para que, por meio delas, sintamos que Teu sopro divino nos conduz, como notas musicais de uma partitura composta por Teu poder e regida por Teus anjos. Queremos cantar Tua glória na terra, tendo diante dos olhos a grande Orquestra Celeste. Entretanto, Senhor Deus, nossos defeitos nos obrigam a somente olhar para o chão.

Senhor Deus, nos criaste para conviver contigo na harmonia de tudo isso, mas teimamos, num eterno desafino, em romper Tua divina melodia. Perdão, Senhor, agora somente Tua misericórdia poderá harmonizar-nos com Teu amor, porque sozinhos não passaremos de instrumentos rudes e imprestáveis, desafinando tudo que produzes.

Estende então até nós, Divino Compositor Celeste, Tua harmonia, para que nossos ouvidos possam escutar de Ti a música que produz o amor.

Amém!

 

Origem desta oração:

20 de fevereiro de 1996 – Cabo Frio (RJ) – igreja de Nossa Senhora da Conceição

Compenetrado, escutava uma pessoa tocar órgão na igreja de Nossa Senhora da Conceição, quando ouvi Jesus falar:
– Gosta desta música?
– Gosto, Senhor. E gosto também de muitas outras!
– Sabe que sou Deus e que posso compor em sua vida uma grande
orquestra?
– Senhor, orquestra é de instrumentos, e eu sou gente. Como podes
fazer isso?
– Posso transformá-lo num instrumento do meu amor.
– Ah, entendi! Desculpa minha burrice.
– Reze então comigo.
– Pois não, Senhor. Posso escrever, depois?
– Você escreverá!
– Pois não, Senhor. Vamos então rezar.

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